Afinal, será o G20 útil para alguma coisa?
28 Junho 2010
No Domingo, o G20 decidiu responder à crise europeia com o anúncio de um corte para metade dos défice públicos nas maiores economias do Planeta até 2013. No entanto, como escreve a Reuters, numa série de outras questões, como a imposição de uma taxa à banca, a opção foi a de não fazer quase nada, deixando a cada país o poder de decisão e abrindo portas para lutas pela competitividade fiscal e regulatória. Clive Crook, no FT, faz exactamente esta crítica.
Bancos americanos prevêem mais falências entre as empresas
De acordo com um texto hoje publicado pela Reuters, os analistas dos bancos norte-americanos Goldman e JP Morgan estão a prever um aumento das falências nas empresas que emitiram obrigações para se financiar, uma desconfiança que os poderá levar a limitar ainda mais a concessão de crédito, acentuando os problemas das empresas.
Como espalhar os ganhos da retoma
Dois economistas, Otaviano Canuto e José Manuel Salazar, escrevem no Vox sobre o impacto que a crise teve nos trabalhadores de todo o Mundo, numa economia globalizada. Os autores, contudo, não estão tão optimistas em relação aos impactos positivos que possam vir a ser sentidos com a retoma, antecipando um período longo de desemprego elevado.
— e.conomia.info
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