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Olli Rehn na Grécia
1 Março 2010

Oli Rehn, o novo comissário europeu dos assuntos monetários e financeiros, está hoje na Grécia para reunir com o Governo e acertar as novas medidas de austeridade que deverão ser adoptadas esta semana, escreve o Kathimerini. As medidas deverão incluir novos impostos (aumento de dois pontos no IVA e até o fim do 14º mês. Em conjunto espera-se que equivalam a cerca de 2 pontos de PIB.

As dificuldades na Grécia estão bem explicadas neste artigo da AP

Vários hedge funds terão feito muito dinheiro a apostar contra a dívida grega em operações descritas pelo FT que, na mesma peça, refere a possibilidade da Grécia ser ajudada através de garantias dadas por bancos públicos europeus (alemão e francês) sobre a sua dívida de forma a que o mercado financeiro aceite a dívida grega.

Entretanto, Angela Merkel durante o fim de semana terá recusado a ideia de que já há um plano se resgate da Grécia preparado, dizendo que “a melhor ajuda a dar à Grécia é deixar claro que tem de fazer o seu trabalho de casa”, escreve o El País

Empresas públicas espanholas no centro do combate ao défice
O governo espanhol está empenhado no combate ao défice. Depois de aumentos de impostos e redução de investimento no Estado é a vez das empresas públicas contriburem. Segundo o El País a regra geral é: cortar em 4% os gastos com pessoal, em 15% os gastos operacionais; em 13% os investimentos; e em 36% as despesas relacionadas com viagens, alimentação, comunicações, consultoria.

Governo islandês continua a tentar encontrar solução com Holanda e Reino Unido
Depois das conversações oficiais terem falhado na passada quinta-feira, o governo islandês continuou durante o fim de semana a tentar, informalmente, encontrar uma solução para as dívidas que têm ao Reino Unido e Holanda. Em causa estão os depósitos garantidos pelos dois países a cidadãos seus que tinham dinheiro no banco islandês Icesave que faliu com a crise. O primeiro plano de compensação do governo islandês foi vetado pelo Presidente da República que convocou um referendo para o o próximo sábado. As sondagens apontam para que o voto apoio a decisão do presidente. Se assim for, entãoo governo poderá mesmo cair. O FT tem a história.

O segundo julgamento de Khodorkovsky continua
Está a fazer um ano que foi conhecido que haveria um segundo julgamento para Khodorkovsky – o ex-dono da Yukos, entretanto nacionalizada por Putin – por outros crimes. A London Review of Books faz uma recensão ao livro de Richard Sakwa que conta a história do magnata, de Putin de da famosa petrolífera Yukos.

Castro Caldas dos Ladrões ataca Carlos Santos que contra-ataca
A mudança de posição de Carlos Santos relativamente ao investimento público em Portugal (e ao PS) foi recentemente evidenciada no Público. Agora são os ladrões que apontam outra alteração, algo que, não perdoam. Castro Caldas titula o seu “post” com um um “não sei se ria se chore”. É que em Outubro, Carlos Santos apoiava uma petição sobre a necessidade de repensar a economia e este mês, face a propostas do FMI como aumento do valor objectivo da inflação ou o controlo de capitais nos países pobres, partiu ao ataque, classificando-as como irresponsáveis.

Carlos Santos responde e diz que defender a importância de repensar a economia, nada tem a ver com apoio ou critica às propostas do FMI.

— e.conomia.info

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