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Teixeira dos Santos já encontra similitudes com a Grécia
4 Fevereiro 2010

O ministro das Finanças tem defendido que Portugal não tem nada a ver com a Grécia, mas hoje os mercados forçaram-no a traçar dois paralelismos. Por um lado, diz que apresentará um PEC tão ambicioso como o grego e por outro afirmou que “a presa [dos mercados] agora somos nós”.

A pressão para Portugal intensificou-se, com as yields das obrigações a disparem e a bolsa a afundar. O Governo foi forçado a reagir. O ministro das Finanças afirmou que, depois da Grécia, Portugal é a presa escreve o Negócios. Teixeira dos Santos garante que o défice cairá para 3% do PIB até 2013, escreve também o Negócios

A mensagem oficial do Executivo continua a ser a de que os fundamentais do país não justificam a pressão a que está sujeito, como revela uma entrevista de José Sócrates a Jean Quatremer do Liberation, onde Sócrates volta a criticar as agências de rating

Os mercados é que não estão aceitar a posição oficial. A bolsa registou a maior queda desde o rescaldo da falência da Lehman, escreve o Negócios

O blogue Alphaville do FT escreve sobre o efeito de contágio da crise a Portugal e Espanha.

Grécia recebe uma ligeira folga
O plano orçamental gregos foi ontem aprovado pela Comissão Europeia e mereceu hoje o apoio do BCE, escreve o Negócios. Trichet evidenciou a importância dos países cumprirem a redução do défice orçamental para 3% do PIB até 2013.

Já começou: planos de consolidação grego e espanhol geram tensões
O plano de implementação de fortes cortes de défice está a gerar tensões em Espanha e na Grécia. No primeiro caso, Zapatero foi mesmo obrigado a alterar a regra que previa que, para cálculo da reforma, contassem os últimos 25 anos de carreira, escreve o El Pais

Na Grécia já há uma greve de 24 horas marcada, escreve o Kathimerini

EUA e China cada vez mais tensos sobre câmbios
Segundo o New York Times as tensões entre os EUA e a China estão a aumentar relativamente a politica cambial chinesa que insiste em manter o “yuan” desvalorizado. Krugman comenta e explica o que está em causa

— e.conomia.info

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  1. O Sr Ministro, já por várias vezes provou a sua incompetência, distracção e arrogância politica.Mas, o seu maior erro foi despir a casaca de um técnico para vestir a de um politico ,ainda por cima barato, em vez de um estadista.São incompreensiveis os seus tristes e paupérrimos desabafos técnicos,agravados por serem ditos por alguém que supervisionou o mercado accionista português.Prove que estou errado, apresente um orçamento credível , tecnicamente correcto e deixe-se de birras, para bem de todos nós e principalmente do futuro dos nossos filhos ou então demita-se.

    — Antonio Dias · 5 Fevereiro 2010, 12:07 · #

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