Há bolhas perigosas a formarem-se na Ásia, diz presidente do Banco Mundial
25 Novembro 2009
Robert Zoellick, o presidente do Banco Mundial, juntou hoje a sua voz às muitas que vêem avisando para os riscos decorrentes do surgimento de bolhas especulativas na Ásia. Num artigo no FT. As de lições de Keynes não nos devem fazer esquecer os contributos monetários de Friedman avisa, salientando que há
Fed vê riscos de bolhas de taxas de juro zero
A reserva federal reconheceu pela primeira vez que a sua política de juros zero pode incentivar a criação de bolhas, escreve o FT . No entanto diz também que o risco “é relativamente baixo”, indicando que essa opção se deve manter por mais algum tempo.
Preparem-se: há crises orçamentais pela frente, diz Wolf
No seu artigo semanal no FT, Martin Wolf diz que rácios de dívida publica na casa dos 100% do PIB não deveriam fazer muita diferença. No entanto dadas as perdas de riqueza e os tempos difíceis em termos de crescimento que teremos pela frente, serão inevitáveis crises orçamentais em grandes economias. Ainda assim, ainda não é tempo de retirar os estímulos orçamentais.
Ministério das Finanças francês pressiona bancos a recapitalizarem-se
Segundo o Les Echos o ministério das Finanças francês está a pressionar os bancos para aplicarem os lucros que realizarem este ano para reforçarem os seus capitais próprios em vez de pagarem dividendos ou bónus. Tal como noutros países o sistema financeiro francês está a ter desempenhos notáveis, devido à ajuda que recebeu do estado e do BCE. Sarkozy quererá também que contribuam para o financiamento de uma nova autoridade de supervisão e para um fundo que funcione como seguro contra crise.
Queda da carga fiscal em Espanha lidera na OCDE
O El País salienta a queda da carga fiscal (impostos sobre o PIB) em Espanha em 2008 cai mais que em qualquer outra grande economia da OCDE de 38% para 33%. A razão central para esta evolução foi a forte queda das receitas logo em 2008, nomeadamente as associadas à bolha da construção, como o IVA e outros impostos sobre património imobiliário. Afinal a consolidação espanhola tinha opor detrás uma fonte pouco sustentável.
— e.conomia.info
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