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China, EUA e UE voltam a discutir o reequilíbrio da economia mundial
12 Novembro 2009

A fraqueza do iuan chinês – e os efeitos que pode ter na retoma da economia mundial – está outra vez no centro das preocupações dos líderes das grandes potências mundiais. Da China vieram alguns sinais – embora ambíguos – de que pode estar a caminho uma maior flexibilidade da divisa e, Timothy Geithner, como revela a Bloomberg, não perdeu tempo a encorajar as autoridades de Pequim com alguns elogios. O FT antecipa também o esforço diplomático que será feito no próximo mês por Trichet, Almunia e Juncker na China.

Espanha não escapa da recessão
A Espanha foi hoje um dos primeiros países europeus a revelar os dados oficiais do PIB no terceiro trimestre deste ano. Como se previa, a recessão prolonga-se, com uma nova contracção económica, desta vez de 0,3%. O El Pais, mesmo assim, assinala o facto do recuo da economia ser agora mais moderado, o que se poderá dever às medidas de estímulo económico postas em prática pelo Governo. Amanhã será a vez dos outros grandes países europeus e de Portugal apresentarem os valores do PIB do terceiro trimestre.

Medvedev promete novas reformas económicas na Rússia
O presidente russo, no discurso do estado da nação, colocou a prioridade do país nas reformas económicas, dizendo que é preciso passar de uma estrutura baseada na energia e industria pesada para uma economia que aposte nas telecomunicações, espaço e tecnologia, escreve o The New York Times.

Liquidez e defaults: duas questões interrelacionadas
Mais um contributo para o debate em torno do sistema regulatório que permita evitar novas grandes crises. Charles Goodhart e Dimitri Tsomocos escrevem no Vox sobre a relação entre os problemas de liquidez nos mercados e a ocorrência de defaults, dizendo que um fenómeno provoca o outro e vice-versa. Os dois economistas defendem por isso que os Governos não devem apenas olhar individualmente para as entidades com riscos sistémicos, mas sim para o que chamam “mercados sistémicos”.

O que fazer agora, segundo Daniel Bessa
Daniel Bessa, no Público diz que o que Portugal precisa de fazer agora é simplesmente “produzir mais e não gastar mais”, apostando tudo nas exportações. João Rodrigues, no Ladrão de Bicicletas comenta o texto, relembrando um post antigo de João Pinto e Castro sobre Vítor Bento.

— e.conomia.info

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