Que política económica em Portugal e na Alemanha depois das eleições?
28 Setembro 2009
Dia de análise às consequências da política económica das eleições de ontem em Portugal, mas também na Alemanha. João Rodrigues, no Ladrões de Bicicletas, diz que, depois dos resultados de ontem, “política a política, as escolhas ficarão muito mais claras e isto será muito pedagógico e interessante”. Martim Avillez Figueiredo, no jornal i, defende que “as origens liberais” de Sócrates podem vir a definir o sentido dos acordos estabelecidos na governação. O espanhol José Antonio Vega, no Cinco Dias diz que Keynes perdeu terreno face aos liberais na Alemanha, mas reconhece que em Portugal pode ter acontecido o inverso. Tim Weber, na BBC diz que os alemães deram um mandato a Merkel para realizar reformas. No Le Monde, Cécile Calla diz que Merkel não terá espaço de manobra para políticas liberais.
As crises voltam sempre a repetir-se
Martin Wolf, na sua coluna no FT, analisa o trabalho recentemente publicado por Carmen Reinhart e Kenneth Rogoff sobre crises financeiras e conclui que “as crises vão sempre estar presentes, mas talvez o facto de reconhecermos isso pode ajudar a reduzir a sua frequência”.
Desequilíbrios mundiais finalmente na agenda do G20
Wolfgang Münchau congratula-se, na edição de hoje do FT, com o facto de na última cimeira do G20 se terem discutido pela primeira vez os problemas dos desequilíbrios económicos mundiais. O economista reconhece a pouca vontade que a Alemanha e a China têm para limitar os seus excedentes, mas afirma que o simples facto de se começar a falar do assunto já pode ser uma boa oportunidade.
O iene está a subir e Tóquio ainda não decidiu o que fazer
O NYT escreve sobre a recente apreciação do iene nos mercados cambiais e assinala os dilemas de ordem política que este fenómeno coloca ao novo Governo nipónico.
— e.conomia.info
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