Home     Quem Somos     Parceiros     Colabore




Paul Krugman cada vez mais preocupado com a deflação
3 Julho 2009

Os dados do desemprego dos EUA – que subiu acima das expectativas, tal como aconteceu na zona euro, mostra o Público – levam Paul Krugman a ficar ainda mais pessimista em relação à evolução da economia norte-americana. O prémio Nobel vê nos dados dos empregos e dos salários nos EUA, como refere no seu blogue e no The New York Times, os indicadores decisivos para concluir que a economia está, tal como aconteceu durante a Grande Depressão e no Japão dos anos 90, numa espiral deflacionista. Krugman defende que Obama tem de reagir e lançar um novo plano de estímulo. Para a Europa, o mais preocupante, seguindo o raciocínio de Krugman, é que a situação não é muito diferente e a actual presidência da União Europeia apenas parece estar preocupada com as estratégias de saída.

O regresso da crise alimentar?
A revista The Economist assinala o facto de os preços dos bens alimentares estarem outra vez a subir. Desta vez, ao contrário do que aconteceu em 2007, a economia não está a crescer, antes pelo contrário, mas mesmo assim o mercado dá sinais claros de desequilíbrios preocupantes, que podem ter efeitos graves junto das camadas mais pobres da população mundial.

O efeito da especulação no mercado petrolífero
Mais uma operação financeira não controlada a animar as notícias. Como escreve o Times, a corretora
PVM Oil Futures perdeu cerca de 10 milhões de dólares com uma aposta arriscada de um dos seus funcionários. O movimento especulativo fez, no dia em que foi realizado subir o barril de petróleo até aos 73 dólares, o valor mais alto em oito meses. Uma prova, para quem tinha dúvidas, de que os movimentos especulativos nos mercados são responsáveis pelas flutuações extremas que se têm vindo a notar no preço do petróelo.

Porque é que o comércio está a cair tanto
Caroline Freund, economista no Banco Mundial, escreve no Vox sobre o colapso no comércio mundial que hoje se verifica. As quedas superiores a 30% em termos nominais são explicados pelo facto de o comércio mundial ser muito mais sensível a variações do PIB nos momentos de contracção da economia.

— e.conomia.info

---

Envie o seu comentário

  1. Ainda há perigo…

    — Dâmaso Barros · 4 Julho 2009, 12:42 · #

*
* (não será publicado)
*
  * campos de preenchimento obrigatório