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Propanganda aos certificados de aforro
18 Maio 2008

O Governo mudou as regras dos certificados de aforro, cortando-lhes as taxas de juro da série B (que foi encerrada) e iniciando uma nova série C. Os investidores não gostaram e correram a sair deste instrumento de poupança. Só no mês de Abril, foram resgatados mais de 200 milhões de euros. O Instituto de Gestão do Crédito Público (IGCP) parece não estar a gostar e está a enviar cartas a chamar a atenção para as vantagens destas aplicações. Só que já vai tarde.

— e.conomia.info

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  1. Quais são as vantagens destas aplicações?

    Se nos deixarmos de “futurismos e medos”, as vantagens não têm sido e não são nenhumas.
    São aplicações que estão garantidas pelo Estado, isso é “uma segurança sem segurança” pois ponham os olhos na Insolvência da Argentina e outros Estados.
    Como ficou provado estão sujeitos à livre arbitrariedade do emissor “Sr. Estado”.
    O risco tem sido igual ao das restantes aplicações de capital garantido e remuneração fixa, oferecidas pelas seguradoras ou instituições bancárias.
    O Estado, como tem sido política, só deixa cair os pequenos, os grandes interesses económicos são sempre protegidos mesmo que 70% da economia viva à base da pequena e média empresa.
    Se o Estado não consegue criar estruturas credíveis na Justiça, Educação e Saúde como é que tem a veleidade de querer criar na gestão da poupança dos contribuintes?
    Portanto caro aforrador toca a resgatar o resto, há taxas mais atractivas no mercado.

    — joca · 25 Maio 2008, 12:24 · #

  2. Se não acreditamos no Estado, vamos dar credebilidade a quem?

    — Carlos Cunha - Toc 8300 · 23 Julho 2008, 11:55 · #

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