Bélgica e Luxemburgo descobrem que as escolhas para o BCE são políticas
8 Fevereiro 2010
Vítor Constâncio foi o escolhido para a vice-presidência do Banco Central Europeu e isso deixou indignados os responsáveis do Governo belga e luxemburguês, que descobriram agora que é por razões fundamentalmente de ordem política que se fazem estas escolhas na União Europeia. As críticas centram-se no facto de Constâncio ter sido a opção essencialmente para preparar terreno à entrada de um alemão para a presidência em 2011. A “descoberta” de luxemburgueses e belgas peca, no mínimo, por tardia. Desde sempre, no BCE, as entradas e saídas de membros do conselho executivo foi feito levando em conta os pesos de cada país no banco central. Até agora, poucas críticas tinham sido feitas a este método.
— e.conomia.info
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