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Paul Krugman não defende o TGV
5 September 2010, por Armando Pires

O Governo tem por várias vezes referido o nome de Paul Krugman para sustentar a bondade do investimento público. Armando Pires analisa alguns contributos académicos de Paul Krugman aos quais junta investigação própria para concluir que as análises do prémio Nobel apontam para que Lisboa perca importância ibérica com a criação do TGV. (+)

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Eles comem tudo e não deixam nada
26 July 2010, por João Correia da Silva

A pesca em excesso gera uma perda anual de cerca de 40 milhões de euros. João Correia da Silva, professor auxiliar da FEP, reflecte sobre a necessidade de racionalizar e limitar o abuso na exploração de recursos comuns, apresentando um simples modelo que ajuda a perceber o preço a pagar por ignorar os excessos. (+)

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O sangue que foi dádiva
18 June 2010, por Tiago Mata

Tiago Mata, professor na Amesterdam School of Economics da Universidade de Amesterdão, escreve sobre as fragilidades do modelo europeu de dádiva de sangue, procurando evidenciar que a complexidade da gestão de produtos médicos secundariza a opção entre sangue dado ou pago. (+)

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O problema português está nas fundações, não no telhado
9 May 2010, por Aurora Teixeira

Aurora Teixeira, professora na Faculdade de Economia da Universidade do Porto, argumenta que a política económica em Portugal tem estado demasidado centrada no combate às consequências, em vez de se focar no ataque às causas das dificuldades nacionais. Com base num artigo que co-assina, e que foi recentemente publicado na Research Policy, Aurora Teixeira defende que o sucesso português depende crucialmente da qualidade dos recursos humanos e da aposta em investigação e desenvolvimento as empresas nacionais. (+)

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A insustentável urgência da ética
13 April 2010, por Filipe Almeida

Os problemas de ética na gestão e no investimento e, de forma mais geral, na economia, ocupam lugares centrais na análise à actual crise. Filipe Almeida, da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, escreve sobre a evolução no tempo da necessária relação entre ética e economia. O autor lembra que “os progressos humanos, na verdade, nunca dispensaram a filosofia e a ética”, algo que, lamentavelmente, foi esquecido nas últimas décadas, defende. (+)

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Como reduzir o défice externo em Portugal?
31 March 2010, por Armando Pires

Num momento em que todos os países procuram uma saída para a crise baseada nas exportações, e em que o défice externo português é considerada como uma das restrições mais activas sobre o desenvolvimento económico português, Armando Pires, professor na Norwegian School of Economics and Business Administration critica a falta de estudo aprofundado sobre estratégias de sucesso de internacionalização em Portugal, e defende a importância de uma aposta numa política de incentivo ao investimento privado em investigação e desenvolvimento. (+)

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O erro das políticas anti-crise: imprevisibilidade
7 March 2010, por Carlos Santos

Carlos Santos escreve neste artigo sobre uma investigação realizada em conjunto com David Hendry sobre os impactos das políticas contra-ciclicas dos Governos. A conclusão, diz o professor de Economia da Universidade Católica “é transparente”. Por causa da imprevisibilidade, “a melhor forma de lidar com as oscilações cíclicas da economia é deixar os mercados operarem livremente”. (+)

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Queremos e podemos pagar um Estado grande ou pequeno?*
21 February 2010, por António Afonso

António Afonso defende que o Programa de Estabilidade e Crescimento – que será apresentado nos próximos dias – terá de conter medidas corajosas, de promover ganhos de eficiência e de avaliar com rigor o endividamento do sector empresarial do Estado. O professor do ISEG, actualmente a trabalhar no BCE, espera que o Governo consiga explicar convincentemente a sua estratégia, avisando: “Não é simples, mas é fundamental uma comunicação clara, credível e convincente”. E propõe ainda a criação de uma regra de despesa: “qualquer proposta de aumento da despesa pública deve explicar quais as outras rubricas da despesa que têm uma redução equivalente”. (+)

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A instabilidade dos mercados financeiros*
7 February 2010, por José Jorge

A falência da Lehman Brothers pode ter mais a ver com a queda de uma ponte do que você imagina. José Jorge, da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, escreve sobre a forma como os agentes económicos reagem face a grandes tensões nos mercados financeiros. O especialista em economia monetária e financeira alerta para os impactos devastadores que decisões simultâneas dos investidores podem ter na economia, como ficou evidente, por exemplo, com o colapso da Lehman Brothers. Na física e na engenharia de pontes os riscos de movimentos sincronizados estão bem estudados. Dois videos neste texto mostram porquê. (+)

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Destruição de emprego em Portugal e a adesão ao euro
4 November 2009, por Miguel Portela

Miguel Portela, Professor na Universidade do Minho, apresenta, em co-autoria com Fernando Alexandre (Universidade do Minho), Pedro Bação (Universidade Coimbra) e João Cerejeira (Universidade do Minho), os resultados de um recente estudo onde analisam a relação entre a destruição de emprego em Portugal e a adesão ao euro. Os sectores menos competitivos, como o têxtil e calçado, foram os mais sacrificados, explicando a quase totalidade dos empregos perdidos nas manufacturas entre 1988 e 2006 (+)

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