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O erro das políticas anti-crise: imprevisibilidade
7 Março 2010, por Carlos Santos

Carlos Santos escreve neste artigo sobre uma investigação realizada em conjunto com David Hendry sobre os impactos das políticas contra-ciclicas dos Governos. A conclusão, diz o professor de Economia da Universidade Católica “é transparente”. Por causa da imprevisibilidade, “a melhor forma de lidar com as oscilações cíclicas da economia é deixar os mercados operarem livremente”. (+)

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Queremos e podemos pagar um Estado grande ou pequeno?*
21 Fevereiro 2010, por António Afonso

António Afonso defende que o Programa de Estabilidade e Crescimento – que será apresentado nos próximos dias – terá de conter medidas corajosas, de promover ganhos de eficiência e de avaliar com rigor o endividamento do sector empresarial do Estado. O professor do ISEG, actualmente a trabalhar no BCE, espera que o Governo consiga explicar convincentemente a sua estratégia, avisando: “Não é simples, mas é fundamental uma comunicação clara, credível e convincente”. E propõe ainda a criação de uma regra de despesa: “qualquer proposta de aumento da despesa pública deve explicar quais as outras rubricas da despesa que têm uma redução equivalente”. (+)

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A instabilidade dos mercados financeiros*
7 Fevereiro 2010, por José Jorge

A falência da Lehman Brothers pode ter mais a ver com a queda de uma ponte do que você imagina. José Jorge, da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, escreve sobre a forma como os agentes económicos reagem face a grandes tensões nos mercados financeiros. O especialista em economia monetária e financeira alerta para os impactos devastadores que decisões simultâneas dos investidores podem ter na economia, como ficou evidente, por exemplo, com o colapso da Lehman Brothers. Na física e na engenharia de pontes os riscos de movimentos sincronizados estão bem estudados. Dois videos neste texto mostram porquê. (+)

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Destruição de emprego em Portugal e a adesão ao euro
4 Novembro 2009, por Miguel Portela

Miguel Portela, Professor na Universidade do Minho, apresenta, em co-autoria com Fernando Alexandre (Universidade do Minho), Pedro Bação (Universidade Coimbra) e João Cerejeira (Universidade do Minho), os resultados de um recente estudo onde analisam a relação entre a destruição de emprego em Portugal e a adesão ao euro. Os sectores menos competitivos, como o têxtil e calçado, foram os mais sacrificados, explicando a quase totalidade dos empregos perdidos nas manufacturas entre 1988 e 2006 (+)

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O longo caminho das empresas portuguesas até poderem salvar as contas externas
19 Agosto 2009, por Armando Pires

Armando Pires apresenta a segunda parte do seu artigo sobre a importância do investimento em investigação e desenvolvimento (I&D). O professor na Norwegian School of Economics and Business Administration defende que não basta investir nesta área para ter sucesso: é essencial que esse investimento seja feito de forma estratégica e pró-activa. Este factor explica por que é que os subsídios públicos à I&D podem perder eficácia face à iniciativa privada. O atraso português tanto no volume de investimento, como na sua utilização estratégica, apontam para que as empresas portuguesas tenham um longo caminho pela frente até conseguirem “salvar” as contas externas nacionais. (+)

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Marc Melitz: comércio internacional, produtividade e Portugal (Parte 1)
3 Junho 2009, por Armando Pires

Armando Pires escreve sobre Marc Melitz, um economista que este ano recebeu uma distinção pela reputada revista “The Economist” e que se dedica ao estudo do impacto no comércio internacional de empresas mais e menos competitivas. Uma área central para perceber, por exemplo, como é que se pode combater a falta de competitividade nacional. Armando Pires evidencia ainda uma oportunidade perdida por Portugal para estudar a produtividade do seu tecido empresarial em comparação com os competidores europeus (+)

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Keynes, Ideologia, Pragmatismo
14 Maio 2009, por António Afonso

A crise internacional trouxe à linha da frente do debate sobre a política económica o papel da política orçamental. No segundo texto do fórum e.conomistas, António Afonso, contrapõe o choque entre os que estão convictos da importância de uma dimensão reduzida do Estado e a recente necessidade de usar e abusar dos orçamentos para salvar o sistema financeiro. E pergunta: “A questão simples, embora algo demagógica, parece pois saber se queremos pagar impostos para financiar redes sociais de subsistência mínima ou para socorrer actividades privadas?” (+)

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A multiplicação do pessimismo
23 Abril 2009, por João Correia da Silva

Até há bem pouco tempo alguns economistas pensavam que tinham dominado o ciclo económico. A actual crise deitou por terra essa percepção, em parte pelo efeito destrutivo e impossível de controlar que o pessimismo pode gerar numa economia. “A multiplicação do pessimismo” fala disso mesmo, e também de Lincoln, Agostinho da Silva, Keynes e Alberto Caeiro. Eis o primeiro texto do fórum de e.conomistas.

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