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Crise pode ensinar quais as melhores armas de política monetária
12 Setembro 2008

[Paper] “Central Bank Response to the 2007–08 Financial Market Turbulence: Experiences and Lessons Drawn”

[Autores] Alexandre Chailloux, Simon Gray, Ulrich Klüh,
Seiichi Shimizu e Peter Stella

[Publicação] FMI, Setembro 2008

[Classificação JEL] E4, E5

[Palavras Chave] Central bank; monetary operations
(Newsletter nº051 | 15 SET | 2008)

A crise do subprime obrigou os bancos centrais a intervir rapida e diversificadamente nos mercados financeiros para evitar consequências mais graves. Este artigo publicado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) analisa quais os instrumentos que deram melhores resultados e sugere que há espaço para uma maior convergência entre as formas de actuação.

[Artigo] Este artigo analisa as respostas dos bancos centrais à turbulência nos mercados financeiros iniciada no Verão de 2007 com os problemas no segmento subprime do crédito hipotecário nos EUA. O propósito é, não apenas avaliar a forma como procederam, mas também ver quais os instrumentos que melhor resultados tiveram nestas intervenções.

[Abordagem] Foram identificados os sistemas de injecção de liquidez, de controlo do risco dos títulos usados no acesso aos fundos do banco central (haircut, avaliação dos activos, etc), entre várias outras características operacionais da actuação dos bancos centrais.

[Conclusões] Os autores concluem que há espaço para os banqueiros centrais melhorarem a convergência das suas estruturas operacionais através da adopção dos instrumentos que melhor resultados tiveram a acalmar os mercados. São, entre outros, os casos das rápidas injecções de liquidez ou da cooperação em termos de uso de activos como colateral entre os países.

[Comentário] A crise do subprime trouxe enormes dificuldades aos bancos centrais que ainda não estão ultrapassadas. Embora ainda com a crise em curso, há certamente lições que já foram extraídas e que vão ficar para o futuro. Com problemas em tantos países e mercados, e com a participação de vários bancos centrais, há muitas experiências acumuladas que podem ser úteis.

— e.conomia.info

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