Paul Krugman cada vez mais preocupado com a deflação
3 Julho 2009
Por vários motivos, os preços dos alimentos e do petróleo estão outra vez a subir, mas, apesar dos mais recentes sinais de retoma, a continuação da subida drástica do desemprego faz com que Paul Krugman ache cada vez mais provável um cenário de deflação. (+)
Recuperação ou ilusão
2 Julho 2009
À medida que saem indicadores positivos há cada vez mais uma sensação de que o pior da crise está para trás. Ainda assim as dúvidas sobre a sustentabilidade das recentes boas notícias são muitas. E grandes. O FMI passa a poder emitir obrigações para se financiar, uma decisão inédita. A presidência sueca da UE que iniciou ontem está a criar expectativa. E, por cá, o debate sobre a importância dos investimentos públicos ganha hoje o terceiro manifesto. (+)
Será que é possível reformar o sistema financeiro?
1 Julho 2009
Martin Wolf diz que, com as reformas do sistema financeiro que estão agora a ser planeadas, uma nova crise é apenas uma questão de tempo. Entretanto, nos EUA, os preços das casas começam a cair menos, algo que ainda não acontece em Espanha. (+)
Um Infarmed para a indústria financeira
30 Junho 2009
E se o mercado financeiro fosse regulado como o mercado de medicamentos, onde uns produtos são de venda livre, outros apenas podem ser vendidos segundo algumas condições e outros são proibidos? Esta é uma proposta do Banco de Pagamentos Internacionais. BCE empresta muito dinheiro mas bancos ficam com ele sem o canalizar para a economia. A confiança está a melhorar, o que animou especialmente o ministro das Finanças. Lá se vai a lei da procura e da oferta: preços do petróleo sobem apesar da procura cair. E Madoff condenado a 150 anos. (+)
O BCE está a conduzir uma política orçamental, não monetária, diz Buiter
29 Junho 2009
O empréstimo feito pelo BCE a um ano e com taxa de 1% é alvo de críticas por ir além da missão de um banco central. Em Portugal, um novo manifesto vem mostrar – para quem estivesse muito distraído – que os economistas não têm todos a mesma opinião sobre a forma de enfrentar a crise. (+)
Política de concorrência fiscal com efeito modesto na atracção das empresas
29 Junho 2009
(Newsletter nº092 | 29 JUN | 2009)
Baixar as taxas efectivas dos impostos sobre as empresas não conduz a um reforço da base fiscal da mesma dimensão como pretendido pelos Governos. Este estudo, que analisa dados de 17 países da OCDE mostra que a concorrência fiscal entre os países tem efeitos negativos, tornando aconselhável a convergência de políticas entre os países. (+)
Pessoas mais altas têm melhores vidas
28 Junho 2009
(Newsletter nº092 | 29 JUN | 2009)
As pessoas mais altas têm vidas melhores, concluem os dois investigadores a partir da análise a resultados obtidos por inquérito nos EUA.“As pessoas mais altas avaliam as suas vidas mais favoravelmente e é mais provável que revelem emoções positivas como o divertimento e a felicidade”, escrevem, acrescentando que, contudo, “é mais provável que experimentem stress e irritação e, se forem mulheres, preocupações”. A explicação para as melhores vidas resulta essencialmente das pessoas mais altas terem mais educação e sucesso profissional medido pelo nível de rendimentos. (+)
Excedentes da balança corrente ajudam mas não protegem as economias emergentes das crises financeiras
28 Junho 2009
(Newsletter nº092 | 29 JUN | 2009)
Como é que as economias emergentes são afectadas pelo stress financeiro nas economias avançadas? É a pergunta a que este artigo publicado pelo FMI, da autoria de Ravi Balakrishnan, Stephan Danninger,Selim Elekdag e Irina Tytell, pretende dar resposta. Os autores concluem que ter excedentes orçamentais ou da balança corrente ajuda a minimizar os efeitos na economia real mas não impede o contágio. (+)
Que lições que se podem tirar da política regional europeia?
28 Junho 2009
(Newsletter nº092 | 29 JUN | 2009)
Apostar no mercado interno, remover as barreiras ao comércio ou a circulação de trabalhadores e capitais são medidas chave para a convergência regional na União Europeia. É a principal conclusão deste estudo do Banco Mundial que analisou os resultados conseguidos pela política regional europeia para tentar retirar lições que possam ser úteis a outros países. (+)
Legalização do aborto = menor criminalidade?
28 Junho 2009
(Newsletter nº092 | 29 JUN | 2009)
A ideia de que a descriminalização do aborto tem um efeito positivo significativo sobre a redução da criminalidade tem agora uma década. Em 1997, Steven Levitt e John Donohue III avançaram com a tese nos circuitos académicos. Segundo eles, a legalização do aborto explica cerca de metade do decréscimo dos homicídios verificados nos EUA entre 1991 e 1997. A tese acabou por se popularizar quando Levitt (e Steven Dubner) publicaram o best seller “Freaknomics”. Os resultados continuam a gerar controvérsia entre economistas e criminalistas. Theodore J. Joyce está entre os que defendem que existe pouco suporte à tese de Levitt e Donohue. (+)


