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Um até breve
16 November 2010

Caros leitores,

Três anos depois do primeiro número da e.conomia.info chegou o momento de fazer uma pausa.

Infelizmente, novos trabalhos e responsabilidades fora deste projecto vêm-nos exigindo cada vez mais tempo. Deixámos por isso de conseguir garantir o nível de qualidade e periodicidade que entendemos necessário oferecer.

Os 144 números semanais contam mais 600 artigos académicos, outras tantas centenas de referências a livros, indicadores, insólitos e gráficos e quase 500 revistas de imprensa diárias.

No percurso beneficiámos ainda do apoio de um grupo de distintos jovens economistas portugueses que aceitaram participar no fórum e.conomia.info e de parceiros como a OTOC, o ThinkFinance, o Jornal de Negócios, o Público e várias associações de estudantes.

Esperamos voltar, mais cedo do que tarde, com novas ideias e tempo. Até lá, fica um obrigado e o desejo que vos tenhamos proporcionado boas experiências informativas.

Até breve,

A equipa da e.conomia.info

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Um novo modelo para acompanhar o mercado imobiliário na zona euro
16 November 2010

O mercado imobiliário esteve na génese da actual crise financeira. Primeiro nos EUA e mais tarde em vários outros países, entre os quais alguns europeus como o Reino Unido, Espanha ou a Irlanda. Neste paper, Nathan Porter apresenta um modelo de previsão dos preços do imobiliário na zona euro e da sua relação com as variáveis macroeconómicas. (+)

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Bancos centrais tiveram papel de destaque no combate à crise
16 November 2010

Com a crise financeira, os bancos centrais foram obrigados a adoptar medidas de emergência de apoio ao sistema financeiro e à economia. Além do instrumento tradicional das taxas de juro, foram utilizadas várias medidas não convencionais que ainda continuam no terreno. Este artigo publicado pelo Banco Central Europeu analisa o papel da política monetária do BCE, da Fed e do Banco de Inglaterra entre 2007 e 2009. (+)

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Como é que a Grécia chegou ao ponto em que está?
10 October 2010

(Newsletter nº144 | 11 OUT | 2010)

Este artigo publicado pelo Banco Central Europeu analisa o comportamento e as determinantes macroeconómicas, financeiras e estruturais da balança de transacções correntes grega entre 1960 e 2007. O objectivo é compreender a evolução da economia da Grécia neste período e a forma como chegou ao estado actual, embora sejam analisados momentos anteriores (em 1999, por exemplo) quando começou a ser questionada a sua sustentabilidade externa. (+)

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Crédito fácil apenas explica 1/5 da bolha no imobiliário dos EUA
10 October 2010

(Newsletter nº144 | 11 OUT | 2010)

Edward L. Glaeser, Joshua D. Gottlieb, Joseph Gyourko estudam o papel das baixas taxas de juro e do crédito fácil na bolha imobiliária nos EUA, num artigo publicado pelo National Bureau of Economic Research (NBER). A conclusão é que o impacto é bastante reduzido e que no caso das taxas de juro representa apenas um quinto da subida dos preços entre 1996 e 2006. (+)

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Reduzir a dívida pública só com crescimento e cortes na função pública e nos apoios sociais
10 October 2010

(Newsletter nº144 | 11 OUT | 2010)

Uma redução sustentável de grande dimensão da dívida pública leva tempo, e só é possível com crescimento económico e com cortes nas despesas com pessoal da função pública e com apoios sociais. Esta é uma das principais conclusões de um artigo publicado na semana passada no Banco Central Europeu (BCE) onde são analisados vários episódios de reduções de dívida pública na UE entre 1985 e 2009. (+)

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É essencial continuar a apoiar o mercado de trabalho, dizem FMI e OMT
12 September 2010

(Newsletter nº143 | 13 SET | 2010)

“Se os efeitos das recessões do passado servirem de guia, estes desenvolvimentos [no mercado de trabalho] podem ter um custo humano pesado. Para os que ficam desempregados pode ser uma perda permanente no rendimento, uma redução da esperança de vida, e piores resultados académicos e salariais para os seus filhos. Além disso, o desemprego deverá provavelmente afectar as atitudes de forma a reduzir a coesão social, um custo que permanecerá”. Esta é a discrição dos riscos que o Fundo Monetário Internacional e a Organização Mundial de Trabalho (OMT) identificam no actual contexto. As duas organizações encontraram-se por isso esta segunda-feira para avaliar a evolução do mercado de trabalho nos últimos três anos e sugerir as melhores respostas de política económica. A ideia central é a de que se há área em que ainda são precisos apoios públicos é a do mercado de trabalho. (+)

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Dívida pública começa a penalizar o crescimento quando ultrapassa os 90% do PIB
12 September 2010

(Newsletter nº143 | 13 SET | 2010)

Olhando para o crescimento per capita e os níveis de dívida pública de 12 países do euro entre 1970 e 2010 os autores concluem que, na Europa, a dívida pública começa a pesar no crescimento de longo prazo a partir da barreira dos 90 a 100% do PIB. Avisam contudo que, dados os intervalos de confiança, o impacto negativo pode começar antes – nos 70% a 80% do PIB. Os resultados pretendem evidenciar a importância de políticas de redução da dívida pública nos próximos anos. (+)

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Alternativas à austeridade orçamental em Espanha
12 September 2010

(Newsletter nº143 | 13 SET | 2010)

E se em vez de austeridade orçamental Espanha conseguisse adoptar uma política de expansão. Os economistas do CEPR dizem que este deveria ser a política a adoptar e simulam a extensão de um estímulo orçamental de cerca de 4% do PIB nos próximos dois anos. Num primeiro cenário o BCE comprava dívida pública neste montante. No outro a Espanha iria ao mercado. A intervenção do BCE teria o menor impacto no “stock” de dívida pública. Em ambos os casos o risco de que a contracção económica seria bem menor que o actual. (+)

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Salários reais caem 1% por cada aumento de 10% na taxa de desemprego
6 September 2010

(Newsletter nº142 | 6 SET | 2010)

Em Portugal, um aumento de 10% na taxa de desemprego leva a uma queda de 10% nos salários reais, escrevem os três economistas do Banco de Portugal neste artigo que analisa o ponto de situação em termos de comportamentos de preços e salários. Em termos de comportamento de preços das empresas, os resultados mostram que os preços em Portugal são mais flexíveis que na Zona Euro (embora menos que nos EUA). Do ponto de vista do mercado de trabalho, os três especialistas da área do trabalho evidenciam que “apesar da existência de salários mínimos, da presença de limites salariais e da utilização de mecanismo de extensão, as empresas retêm alguma capacidade de contornar os acordos colectivos através do mecanismo colchão salarial”, lê-se no artigo. (+)

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